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O que é Split Payment? Guia completo

Split Payment é um sistema em que, no momento da compra, a parcela de tributos correspondente ao IBS/CBS é automaticamente recolhida pelo governo.

Regularizar minha empresa

Por Odivan Cargnin

Publicado em 30 de dezembro de 2025

Atualizado em 30 de dezembro de 2025

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Conteúdo do post

  1. O que é Split Payment? Entendendo a Revolução na Cobrança de Impostos
  2. Como o Split Payment pode ser Importante para sua Empresa?
  3. Cronograma de Implementação da Reforma Tributária
  4. Como Preparar a Gestão Financeira da sua Empresa para o Split Payment
  5. Perguntas Frequentes sobre Split Payment

Você já ouviu falar em split payment? Quer entender como essa novidade da nova Reforma Tributária impacta seu negócio? Neste guia, vamos desvendar o conceito, o cronograma de implantação, os benefícios, desvantagens e os cuidados necessários para aplicar corretamente o modelo no Simples Nacional.

O que é Split Payment? Entendendo a Revolução na Cobrança de Impostos

O Split Payment, ou “Pagamento Dividido”, substitui o modelo atual — em que a empresa recebe o valor total da venda e depois recolhe o imposto — por um sistema em que, no momento da transação, a parcela correspondente ao IBS/CBS é automaticamente recolhida pelo governo.

O Objetivo da Mudança

  • Combater a sonegação fiscal: garante que o imposto seja recolhido antes que o valor caia no caixa da empresa.
  • Aumentar a eficiência: reduz gargalos no processamento das guias e agiliza o fluxo de arrecadação.
  • Simplificar a fiscalização: com dados em tempo real, o Fisco monitora operações sem esperar declarações mensais.

Como o Split Payment pode ser Importante para sua Empresa?

Segurança Financeira Imediata

Ao reter e recolher o IBS/CBS de forma automática no momento do pagamento, sua empresa elimina o risco de ficar com saldo tributário em aberto. Isso proporciona maior segurança para as empresas quanto ao aproveitamento de créditos tributários, já que o recolhimento passa a ocorrer no ato da transação, reduzindo o risco de perda de crédito por inadimplência do fornecedor.

Redução de Multas e Juros

Como o tributo é enviado automaticamente ao Fisco, você praticamente zera as chances de atrasos e autuações por pagamento fora do prazo.

Melhoria na Relação com Fornecedores e Clientes

Com comprovantes eletrônicos de recolhimento em tempo real, sua credibilidade aumenta, facilitando negociações e participações em concorrências públicas ou privadas.

Operação mais Ágil

Menos guias para emitir e menos passos manuais significam ganhos de produtividade no seu departamento financeiro.

Principal Desvantagem:

Embora o sistema de split payment resolva o problema da inadimplência tributária do ponto de vista do governo, ele pode agravar a situação financeira de empresas que já enfrentam dificuldades. Ao direcionar automaticamente o valor dos tributos ao governo no momento da venda, o modelo elimina uma das poucas alternativas que essas empresas tinham para manter seu caixa equilibrado, mesmo que de forma temporária.

Com isso, muitas acabam enfrentando um estrangulamento financeiro, perdendo a capacidade de cumprir outras obrigações e até de negociar suas dívidas com o Fisco, como por meio de parcelamentos ou programas especiais. Em vez de oferecer espaço para uma recuperação gradual, o sistema pode acelerar a crise e levar à falência, justamente por impedir que a empresa tenha qualquer flexibilidade tributária no curto prazo.

Cronograma de Implementação da Reforma Tributária

A implantação do Split Payment ocorre de forma gradual junto à reforma tributária, permitindo que empresas e sistemas se adaptem:

  • 2025 (fase de testes):
    Ambiente de homologação com retenção simulada de IBS/CBS, sem impacto financeiro real.
  • 2026 (piloto):
    Retenção parcial em transações B2B, ainda opcional, para validação de processos.
  • 2027 (adaptação facultativa):
    Empresas de maior porte podem ativar o Split Payment em produção, testando rotinas automáticas.
  • 2028 a 2033 (universalização):
    Obrigatoriedade progressiva conforme o setor e o porte, até o modelo passar a ser padrão em todas as operações.

Como Preparar a Gestão Financeira da sua Empresa para o Split Payment

Para não ser pego de surpresa, comece já a ajustar seus processos e sistemas. Siga estas etapas:

Revisão e Projeção do Fluxo de Caixa

  • Simule o seu caixa projetado considerando que o IBS/CBS será retido na fonte e não mais ficará disponível para cobrir despesas.
  • Ajuste prazos de pagamento de fornecedores e despesas fixas para adequar seu capital de giro.

Análise da Necessidade de Capital de Giro

  • Recalcule o montante mínimo para manter suas operações rodando sem usar o “float” do imposto.
  • Considere linhas de crédito ou reservas emergenciais para meses de baixa receita.

Planejamento Tributário Estratégico

  • Com seu contador, avalie se vale a pena optar pelo IBS/CBS “por fora” (gerando crédito para clientes) e, consequentemente, entrar no Split Payment.
  • Analise o perfil da sua carteira de clientes — se há demanda por crédito fiscal, a mudança pode ser decisiva.

Integração de Sistemas e Processos

  • Garanta que seu ERP, seu emissor de NF-e e seu gateway de pagamento consigam registrar separadamente o valor total da venda, o imposto retido e o líquido creditado.
  • Teste em ambiente de homologação antes de ativar em produção.

Treinamento e Governança Interna

  • Oriente equipe de vendas, financeiro e TI sobre os novos controles.
  • Documente procedimentos e crie um manual interno para abertura de chamados quando ocorrerem falhas na retenção.

Precisa de ajuda para implementar o Split Payment sem riscos?
Fale agora com um consultor da Razonet e garanta uma transição tranquila!

 

Perguntas Frequentes sobre Split Payment

O que é Split Payment, de forma resumida?

É um modelo de arrecadação automática onde o imposto (IBS/CBS) é separado e repassado ao governo no momento exato da transação, antes de o valor da venda chegar à conta bancária da empresa.

Qual o principal objetivo do governo com o Split Payment?

Aumentar a eficiência da arrecadação e combater a sonegação fiscal, garantindo que o imposto sobre o consumo seja recolhido de forma imediata e automática, reduzindo a burocracia declaratória.

Quando o Split Payment começará a valer para as empresas?

A implementação plena está atrelada à transição da Reforma Tributária, com previsão de início a partir de 2027, de forma gradual, junto com a vigência mais ampla do IBS e da CBS.

Minha empresa é do Simples Nacional. Serei obrigado a usar o Split Payment?

Não. Se sua empresa permanecer no regime padrão do Simples, pagando via guia única (DAS), o Split Payment não se aplicará. Ele só afeta quem optar por recolher IBS/CBS “por fora”.

Por que uma empresa do Simples Nacional optaria pelo Split Payment?

Para ganhar competitividade em vendas B2B: ao recolher IBS/CBS “por fora”, gera-se crédito fiscal para o cliente, facilitando fechamentos de contratos e parcerias.

Qual o maior impacto do Split Payment na gestão financeira?

O impacto principal está no fluxo de caixa e no capital de giro: a empresa deixa de contar com o valor do imposto entre a venda e a guia, exigindo planejamento financeiro mais rigoroso.

Quem será o responsável técnico por separar o imposto?

As instituições de pagamento (bancos, adquirentes de cartão, fintechs) que processarem a transação deverão ter a tecnologia para “dividir” o valor automaticamente.

O Split Payment se aplica a todos os meios de pagamento, como boleto e PIX?

Sim. A regulamentação prevê integração a todos os meios eletrônicos; o formato exato para cada ainda será detalhado em lei complementar.

Como funcionará a devolução do imposto em caso de estorno ou cancelamento?

O sistema terá um mecanismo de estorno automático do tributo. Ao cancelar a venda, o imposto deve ser devolvido ou compensado em transações futuras.

As taxas do cartão de crédito incidem sobre o valor bruto ou líquido?

A tendência é que as taxas de adquirência sejam calculadas sobre o valor bruto da transação, antes da separação do imposto.

O MEI será afetado pelo Split Payment?

Não. O MEI continuará com seu regime de DAS-MEI mensal fixo; o Split Payment não se aplica ao Microempreendedor Individual.

O que preciso mudar no meu ERP para me adaptar?

Seu ERP deve registrar o valor total da venda, o imposto retido e o valor líquido creditado, garantindo conciliação financeira correta.

O contador ficará menos importante com a automatização?

Pelo contrário: o papel do contador se torna mais estratégico, focando em análise, planejamento tributário e consultoria financeira — não mais em gerar guias.

O Split Payment elimina minhas outras obrigações fiscais?

Não. Ele automatiza apenas o recolhimento do IBS/CBS. Você continua responsável pela emissão de documentos fiscais e entrega das obrigações acessórias.

O que minha micro ou pequena empresa deve fazer AGORA para se preparar?

O primeiro passo é a educação e o diagnóstico: entenda o novo sistema, simule impactos no fluxo e avalie, com contabilidade consultiva, ajustes estratégicos antecipados.

Ficou com outra dúvida?
Fale agora com um especialista da Razonet e garanta uma implantação segura do Split Payment!

Odivan Cargnin - CEO

Odivan Cargnin

Contador e advogado, apoia o crescimento de empreendedores com foco em tecnologia e inovação.

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